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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A CIA MADALENA DE TEATRO FOI DESTAQUE COM SUA PERFORMANCE PERFEITA EM BAÍA FORMOSA


O grupo CIA MADALENA DE TEATRO foi destaque na 5ª Mostra Cultural das Escolas Municipais de Baía Formosa.






Com o divertido esquete “A Feira” levou o público ao delírio, fazendo com que as pessoas interagissem e aplaudissem de pé no final da apresentação. Com a Praça de eventos de Baía Formosa lotada, gargalhadas que se podia ouvir a distância, alegria contagiante... Esse era o clima promovido pela belíssima apresentação do grupo






A Cia Madalena de Teatro é formada por Glênia Santos, Rubson Fonseca, Ivan Vitor e Hairton Santos e tem a direção da competentíssima diretora de teatro Badú Morais.






Estiveram por trás dos bastidores, também provando a sua competência, Ana Cristina Baralho, Francivera Morais, Danielly... Baixa do Meio prova que é um celeiro de talentos e estando sendo conduzindo por uma equipe como essa, não tem como não ser sucesso.





Parabéns, a estes atores maravilhosos e essa atriz magnífica que faz a Cia Madalena de Teatro... Vocês estão prontos para os palcos, estão maduros para o sucesso.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O GRUPO DE TEATRO DA ESCOLA MARIA MADALENA PARTICIPOU DO FECHAMENTO DA SIPAT NO POLO DE GUAMARÉ


O Grupo de Teatro da Escola Maria Madalena participou hoje, 27/09, do fechamento da SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) no Polo Industrial Petrobras de Guamaré .

A Escola trabalha com um grupo teatral nas aulas de ENSINO DE ARTE, as aulas são ministradas pela Diretora de Teatro Badu Morais e o professor Irapuã. A escola é referência no FESTUERN.


(***) FONTE: Blog Ponto Crítico.

domingo, 18 de agosto de 2013

GLÊNIA SANTOS, UMA LOCOMOTIVA MULTICULTURAL

GLÊNIA SANTOS

Glênia Aparecida Santos, atriz, cantora, compositora e grande batalhadora pela difusão cultural do nosso município.



Atriz premiada no FESTUERN com a peça O Canto da Sereia, de Makarios Maia; Cantora premiada no Festival da Canção Potiguar com a música Selva de Pedra, composição sua... Uma belíssima música que faz parte da programação da Web Rádio Poesia.



Estará presente na Festa da Colonização que ocorrerá do dia 20 ao dia 23 de Agosto de 2013, no adro da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, em Guamaré. Apresentar-se-á em dois dias, um dia se apresentará com o Grupo Locomotiva presenteando a todos com a sua bela voz e no outro dia estará se apresentando com a Cia de Teatro Madalena com a esquete “A Feira”.


Perguntamos aqui: O que está faltando para a cultura local decolar se existem grandes talentos assim em nosso município?

A Web Rádio Poesia bateu um papo com esta artista. Vejamos na íntegra a entrevista com Glênia Santos.


 WRP - Qual o seu nome completo e onde nasceu?
GS - Meu nome de batismo é Glênia Aparecida Santos, mas uso o Glênia Santos como nome artístico, e sou Macauense.


WRP – Qual a sua área de atuação na cultura local?
GS - Atualmente tenho um projeto chamado LocoMotiva, que tem como essência a musica, também faço teatro na Cia de Teatro Madalena, assim através dos mesmos, juntamente com amigos de interesse em comum, estamos na batalha de suprir essa carência cultural local.

WRP – Quando iniciou o seu interesse pela cultura?
GS - Comecei por um acaso [risos], embora ache que nada seja por acaso, através de um trabalho escolar, onde tive a ideia de usar a voz (cantando) como artificio, comecei participando de grupos vocais também escolares, depois me foi apresentado o teatro, e fui me apaixonando a cada descoberta, daí por diante só fui tomando consciência de que tudo isso faria parte de mim, da minha essência, e que se me arrancassem isso, seria como arrancar um membro meu.


WRP – Fale-me de seus trabalhos na área da cultura.
GS - Como já citei antes, estou com a LocoMotiva agora, trabalhando em um repertório novo, composições próprias, juntamente com meu amigo Leoto Barbosa, as letras falam das diversas faces da arte e suas manifestações, diretamente e indiretamente. Também atuo na Cia de Teatro Madalena por volta de três anos, tendo participado de festivais, o ultimo foi O Canto da Sereia de Makarios Maia, tendo sido premiado no FESTUERN, já passei por dois grupos vocais, sendo que o conhecido aqui em Guamaré é “O Quarteto Madalena”, que hoje está com outra formação.


WRP – Quais os seus planos futuros para a cultura local?
GS - Creio que a palavra chave é “movimento” para essa pergunta, pois a nossa cultura está andando de muletas. Temos um traçado estabelecido, estamos executando amistosamente até onde podemos, mas como já diz o ditado: “Uma andorinha só, não faz verão”, almejo que o amanhã seja bem resolvido.  Então, que seja através da musica ou do teatro vou estar tentando do lado de cá sem cansar, mudar essa visão sórdida do nosso meio social! Independente de onde esteja pretendo sempre estar colaborando para cultura local de alguma forma.


WRP – Como você ver a cultura local?
 GS - Comparando o ontem e o hoje, já melhorou um pouco as coisas por aqui, mas muito pouco mesmo, em vista da posição que a cultura teria que realmente tomar, diria que a nossa cultura é rica e pobre ao mesmo tempo, rica porque temos pessoas do meio cultural de alta qualidade, e pobre pelo fato de não termos um espaço digno para execução dessas manifestações culturais, viso um desleixo das autoridades em beneficio de nossa cultura local.

WRP – O que você acredita que se pode fazer para melhorarmos a forma de se fazer a cultural local?
GS - Abrir espaço para que essas manifestações artísticas se apossem, e deixe reverberar, e veremos que, os resultados positivos principalmente com relação aos jovens vão surgir.

WRP – Cite referências culturais que você admira, em qualquer campo cultural.
GS - Se for citar o povo todo da musica, teatro, poesia, vou passar horas escrevendo [risos], então vou citar um de cada; na musica o ícone divino, Chico Buarque, digo que Chico sempre me chicoteia com suas canções, me invadem de uma forma visceral, no teatro o grande Augusto Boal com o Teatro do Oprimido, deixo aqui uma citação:
“A noite cai sobre o mundo. Que fazer? Silenciar?
Sinto sincero respeito por todos aqueles artistas que dedicam suas vidas a sua arte – e seu direito ou condição.
 Mas prefiro aqueles que dedicam sua arte à vida.
Em defesa da arte e da estética,
Em tempos de crise e de paz.
Arte não é adorno,
Palavra não é absoluta,
Som não e ruído,
E as Imagens falam.”
(A Estética do Oprimido- Augusto Boal)
E o Fernando Pessoa e seus heterônimos na poesia.


WRP – Fale livremente sobre a cultura local e seus seguimentos, incentivos ou deficiências.
GS - As pessoas estão acomodadas com relação à nossa cultura, estão colocando-a em uma posição de baixo nível, e isso me incomoda profundamente, tem muita coisa a ser passada por uma metamorfose tremenda de conscientização.  Indo da estrutura física que deveria ter, até o valor e reconhecimento dos artistas locais, que são descartados geralmente. Nós artistas estamos lutando com todas as forças para mudar isso, mas precisamos que as autoridades cooperem também. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

“O FANTÁSTICO REPARADOR DE FERIDAS” É ENCENADA NESTA SEXTA NO TAM


Na próxima sexta (14), o Teatro Alberto Maranhão recebe a peça “O Fantástico Reparador de Feridas”, do dramaturgo irlandês Brian Friel, uma produção da Companhia Ludens, de São Paulo. O espetáculo encenado pelos atores Walter Breda, Mariana Muniz e Rubens Caribé tem início a partir das 20h e marca o encerramento da programação do Bloomsday 2013, evento promovido pelo Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas (DLLEM) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A entrada é gratuita.


A peça “O Fantástico Reparador de Feridas” é a quarta montagem da Cia Ludens, sendo produzida para o 13º Festival da Cultura Inglesa, ocorrido em São Paulo no ano de 2009. Foi apresentada em diversas cidades do interior de São Paulo pelo Circuito SESC de Teatro, além de ter participado da 6ª Mostra de Referências Teatrais de Suzano e, em 2011, do 18º Festival Porto Alegre em Cena. O reconhecimento para este trabalho também veio através da indicação dos atores Walter Breda e Mariana Muniz ao Prêmio Shell de 2009.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ABERTAS INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS DO “FAZENDO ARTE”


 Em junho serão oferecidos três cursos com o objetivo de qualificar novas gerações de atores do nosso Estado.
Com o objetivo de qualificar novas gerações de atores, através de aulas ministradas por profissionais renomados do ramo artístico, o Governo do Estado, através da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), está realizando o ciclo de oficinas “Fazendo Arte”. No momento, estão abertas as inscrições para as oficinas “Expressão, Corpo em Cena” e “Preparação vocal para atores”, e os interessados devem se inscrever no Teatro de Cultura Popular (TCP), ao lado da FJA, no horário das 9h às 16h.

Voltada para atores, bailarinos e cantores, a oficina “Expressão, Corpo em Cena” segue com as inscrições abertas até o início das aulas, no próximo sábado, 08. Com o apoio do bailarino coreógrafo e professor da Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, Juarez Moniz, os alunos deverão com o curso obter uma maior percepção de si e do outro, não só em cena, mas também em seu cotidiano. As aulas acontecerão na EDTAM, nos dias 08, 15, 22 e 29 de junho, das 9h às 13h.

Já a oficina “Preparação vocal para atores” receberá inscrições até o dia 15 de junho e terá à frente Alzery Nelo e Pe. Pedro Ferreira. As aulas acontecerão de 15 a 18 de junho, das 14h às 18h30, no Salão Nobre do Teatro Alberto Maranhão. Vagas limitadas.
Bacharel em música pela UFRN, Alzeny Nelo já foi premiada em vários concursos de canto, dentre eles o I Concurso Internacional de Canto da Amazônia. Atualmente é preparadora vocal da Camerata de Vozes do RN, grupo vocal da Secultrn/FJA já com renome nacional e regida por Pe. Pedro.

E encerrando a programação do “Fazendo Arte” para o mês de junho, será oferecida ainda a oficina de “Palhaço Popular”. Ministrada por Alex Ivanovich, o curso receberá inscrições até o início das aulas, no dia 10 de junho. As aulas seguem até dia 14 de junho, ocorrendo sempre das 13h às 17h, no Memorial Câmara Cascudo.

Autodidata, Alex começou a brincar de palhaço já aos 8 anos de idade, em São Gonçalo do Amarante, onde nasceu. Em 1983, juntamente com 5 amigos, fundou a Companhia Circense Alegria, Alegria, primeiro grupo a trabalhar o “circo” no teatro. Atendendo pelo nome “Tamborete de Forró da Silva Banquinho” atua como palhaço no Pastoril Dona Joaquina, em sua cidade natal, e toca na “Xaranga do Riso”, uma banda de palhaços, cuja proposta é resgatar a música do universo infantil.

INFORMAÇÕES: 3232-5307