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sábado, 29 de março de 2014

MACAU ESTÁ DE LUTO: MORRE CABO AQUINO VÍTIMA DE ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO

Aqui sequencialmente Major Fernandes, Soldado Eudes e
Cabo PMRR Aquino ( direita da foto)

Morreu na noite deste sábado (29), o Cabo PMRR Aquino que era lotado na 1ª CIPM em Macau, porém atualmente o mesmo estava desfrutando de sua aposentadoria. Entre os diversos serviços operacionais dentro da companhia enquanto ativo,  o policial ocupou também a função de Motoqueiro/batedor e auxiliava nos trabalhos operacionais no trânsito na região.

Major Fernandes em sua página social no Facebook, lamenta sua morte e emite nota de pesar a Família. Confira:


ESTAMOS DE LUTO!

"Lamentável, morre em acidente automobilístico nas proximidades de Boa Vista, entre Macau e Pendência, o nosso CABO/RR AQUINO, para muitos e pra nós o "MAÇARICO". Grande homem e amigo, estava no desfruto da sua reserva, pois já havia cumprido sua etapa nas fileiras da Polícia Militar.

Só nos resta a pedir ao nosso Deus que conforte o coração de todos os familiares e amigos, pois perdemos um cidadão, um pai de família, um grande profissional e acima de tudo um Grande Homem. Fica com Deus meu irmão, segue em paz, pois somente Deus sabe de todas as coisas"


Major Fernandes

sábado, 4 de fevereiro de 2012

VEREADORES DE PENDÊNCIAS REPROVAM CONTAS E DEIXAM PREFEITO IVAN PADILHA INELEGÍVEL



Valderi Tavares destaca que, depois de ter as prestações de contas dos anos de 2009 e 2010 reprovadas pela maioria dos vereadores, o prefeito de Pendências, Ivan Padilha (PMDB), ficou em maus lençóis, já que teoricamente está inelegível por oitos anos e impedido de disputar a reeleição.
Nas contas de 2009, a maioria dos vereadores votou contra as contas do prefeito. De acordo com a assessoria da Câmara Municipal de Pendências, votaram contra as contas de 2009 do prefeito Ivan Padilha, os seguintes vereadores: Isaac Carlos (relator), Tácia Castro, João do Leite, Carlos Montenegro, Janúncio Freitas e Franklin Teixeira. O vereador Egrinaldo Leonez, se absteve de votar e o vereador Luiz do Porto, votou favorável às contas de Ivan.
 No processo referente às contas de 2010, sete vereadores votaram contra as contas do prefeito Ivan Padilha, acompanhando o voto do relator: Isaac, Carlos Montenegro, Tácia Castro, João do Leite, Franklin Teixeira, Egrinaldo Leonez, além do relator, vereador Janúncio Freitas. Só o vereador Luiz do Porto votou favorável as contas do prefeito Ivan Padilha.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

PENDÊNCIAS: ORÇAMENTO FOI REPROVADO POR ESTAR ‘FORA DA REALIDADE’



Três vereadores do município de Pendências estiveram no Jornal de Fato na tarde dessa terça-feira, 03, para explicar os motivos que levaram à Câmara Municipal a reprovar a proposta de orçamento apresentada pela prefeitura.

Segundo o presidente da Câmara, Franklin de Lima (PPS), e os vereadores Isaac Carlos (PT) e Tácia Castro (PRB) o orçamento não foi aprovado por estar fora da realidade. A votação foi realizada no último dia 27 de dezembro e terminou com o placar de 7 a 2 em favor da reprovação.

Isaac Carlos explicou que a previsão de orçamento apresentado pela Prefeitura era duas vezes maior que o aprovado para 2011. “O orçamento do ano passado foi de R$ 36 milhões, enquanto que a prefeitura apresentou previsão de R$ 75 milhões para 2012. Esse crescimento não se justifica por que não existem receitas novas para entrar no Município”, detalhou o vereador.

Tácia Castro observou que o objetivo do Prefeito Ivan Padilha (PMDB) ao apresentar um orçamento fora do normal é poder usar os recursos do Município sem prestar contas. “O que o prefeito quer é se ver livre da Câmara”, afirmou.

Franklin de Lima atentou que o Plano Plurianual (PPA) do Município prevê um orçamento de R$ 27 milhões para o ano de 2012, bem distante dos R$ 75 milhões proposto pelo prefeito. Por conta da reprovação do orçamento, Ivan Padilha decretou regime de calamidade pública na cidade.

O decreto diz que “fica instituído no âmbito do Município de Pendências o regime de calamidade pública, em face da inexistência de orçamento fiscal para o exercício de 2012, fato que inibe a realização de qualquer dispêndio, seja de que espécie for por parte de todas as unidades orçamentárias”.

Para os vereadores, a atitude do prefeito foi absurda.

Eles explicaram que Ivan Padilha poderia usar o mesmo orçamento de 2011 e que, se houvesse necessidade, apresentar projetos na Câmara para ampliar os recursos.

“O prefeito andou falando que os serviços públicos seriam paralisados, mas não existe motivo para tanto. Ele pode usar o orçamento de 2011 e recursos não faltarão, já que a prefeitura arrecadou mais de R$ 100 milhões nos seus três anos de mandato”, argumentou Isac Carlos.

Na próxima sexta-feira, 06, uma sessão extraordinária será realizada na Câmara para derrubar o decreto de estado de calamidade pública e autorizar que o prefeito use o orçamento de 2011.

(***) Jornal Defato

MUNICÍPIOS DO RN GARANTEM ADICIONAL DE COMBATE À DENGUE



Trinta e cinco municípios do Rio Grande do Norte tiveram seus planos contra a dengue aprovados pelo Ministério da Saúde. Esses planos garantem um adicional de 20% nos valores repassados pelo Piso Fixo da Vigilância e Promoção à Saúde para as cidades consideradas prioritárias no combate à doença. Os recursos serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos do Distrito Federal e Municipais de Saúde.

Os municípios selecionados assinaram um termo de adesão junto ao Ministério da Saúde, para ampliar as ações de prevenção contra o mosquito transmissor, de vigilância dos casos, notificações e organização da assistência aos pacientes.

Durante todo o segundo semestre do ano de 2011, técnicos da Vigilância Epidemiológica da Sesap trabalharam junto a essas cidades, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, como a infestação e a incidência nos últimos anos da doença.

A Dengue é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus que possui quatro sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. Ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.

Abaixo, os municípios contemplados:

Açu R$33.683,51
Apodi R$23.708,43
Bento Fernandes R$3.656,92 
Brejinho R$6.921,55
Caicó R$51.876,19
Campo Redondo R$6.894,12 
Carnaúba dos Dantas R$5.146,87
Ceará-Mirim 58.517,97 
Cruzeta R$5.844,60 
Currais Novos R$33.211,64
Extremoz R$19.528,15
Florânia R$ 6.232,04
Guamaré R$6.941,32
Jaçanã R$ 5.775,24
Jardim do Seridó R$10.059,63
João Câmara R$25.529,19
Lagoa de Velhos R$2.231,21 
Lajes Pintadas R$3.192,33
Macaíba R$53.644,22 
Macau R$23.196,76 
Mossoró R$209.180,47
Natal R$776.031,26
Parelhas R$14.095,30 
Parnamirim R$154.936,55
Pau dos Ferros R$23.298,87
Santa Cruz R$27.214,58
Santana do Seridó R$1.762,57
São Bento do Trairí R$2.462,44 
São Gonçalo do Amarante R$71.368,01
São José de Mipibu R$31.855,66
São Miguel R$19.950,95
São Paulo do Potengi R$15.257,58
Sítio Novo R$3.432,86 
Taipu R$8.686,22 
Tenente Laurentino Cruz R$3.827,06

TOTAL R$1.749.152,27

DECRETADA CALAMIDADE PÚBLICA EM PENDÊNCIAS



O prefeito de Pendências, Ivan Padilha, decretou regime de calamidade pública na cidade após a decisão da Câmara de Vereadores em rejeitar a proposta de Lei Orçamentária para o exercício 2012. No decreto “fica instituído no âmbito do Município de Pendências, o regime de Calamidade Pública, em face da inexistência de Orçamento Fiscal para o exercício de 2012, fato que inibe a realização de qualquer dispêndio, seja de que espécie for por parte de todas as Unidades Orçamentárias”.

O decreto municipal dá os argumentos para tal decisão do Executivo, que teve como base, principalmente, a desaprovação do projeto de lei orçamentária enviado pelo prefeito “sem nenhuma razão aparente”. Desde a semana passada, Ivan Padilha vem buscando as providências para que os serviços básicos da cidade não fiquem desprotegidos. O prefeito lamentou a postura dos vereadores e classificou como “politicagem” a atitude deles.

Ainda de acordo com o decreto, “a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária anual é competência exclusiva e privativa do Poder Executivo Municipal, posto que a este Poder compete a sua execução e administração”. O documento também informa que “o legislativo municipal não pode encerrar suas atividades anuais sem que tenha aprovado a referida Lei Orçamentária, em razão da sua importância no contexto das receitas e dos dispêndios, objetivando o atendimento das atribuições institucionais”.

O prefeito Ivan Padilha (PMDB) diz, no decreto, que “não existe nenhum motivo aparente para desaprovação do referido Projeto de Lei, posto que reproduz, pura e simplesmente, as mesmas rubricas orçamentárias; as mesmas unidades e as mesmas fontes de receitas contempladas em projetos antecedentes relativamente a exercícios anteriores, votados e aprovados pela mesma Casa Legislativa, havendo, apenas e tão somente, ajustes e projeções como forma de se manter a identidade dos valores através do tempo e inseridas perspectivas do aumento de receitas e os seus respectivos comprometimentos”.

Padilha afirma que “em momento algum, previu que a Câmara de Vereadores, órgão inclusive responsável pela fiscalização do Município, conforme estatui a própria Constituição Federal, haveria de simplesmente desaprovar o projeto orçamentário de elevado interesse público, sem que houvesse motivos que determinasse tal postura”.

Com a decisão dos vereadores, o município, “em razão de suas atribuições básicas, as quais remetem a segurança das pessoas e dos equipamentos de que elas se utilizam e que, a ausência de um Orçamento Fiscal certamente que engessa os procedimentos que visem contemplar tais ações, isso de uma forma generalizada, ai incluídas as Unidades Orçamentárias que tratam da Saúde, Educação e Assistência Social, fato que, por si só, permite ao gestor adotar medidas que preservem a sua integridade como a dos seus auxiliares”.

Ivan Padilha alerta que “o Município não pode iniciar um exercício fiscal desprovido de uma Lei Orçamentária Anual, inclusive em se considerando ter o Poder Executivo atendido tais obrigações nos prazos da lei e apresentado uma proposta condizente com o cenário com o qual se convive hodiernamente”.

Fonte: Assessoria PMP