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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ADVOGADO ROBERTO DUARTE AFIRMA QUE BLOQUEIO DA TELEXFREE TEM CONOTAÇÃO POLÍTICA E APONTA SUPOSTOS RESPONSÁVEIS


Bloqueada há mais de 160 dias e travando uma guerra jurídica envolvendo interesses comerciais e políticos de raros precedentes no Acre, a empresa Ympactus Comercial Ltda (TelexFREE) continua bloqueada, segundo parecer da juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco, responsável pelo caso.

A origem deste embate jurídico foi desencadeada pelo Governo do Estado do Acre, inicialmente através do Procon-AC (demandante da ação), órgão diretamente ligado a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, ou seja, sob o comando e responsabilidade administrativa do governador Tião Viana (PT), conforme pode ser conferido AQUI. O Procon-AC é gerenciado pela esposa do vice-governador do Acre, César Messias.

As vésperas de uma das eleições mais difíceis do Acre, com uma aprovação popular pífia, e pressionado pela legião de Divulgadores acreanos e de todo país, Tião Viana tentou mais uma cartada de mestre buscando minimizar os impactos políticos que podem, definitivamente, por fim as expectativas de sua reeleição.

Em recente visita ao Acre do Diretor de Marketing da empresa, Carlos Costa, o governador Tião Viana declarou apoio a empresa, alegando que Carlos Costa poderia, inclusive, usar sua declaração em qualquer tribunal do país.

Mas toda essa “boa vontade” não passava de mais uma pirotecnia das quais o governo petista é especialista, uma minuciosa encenação política arquitetada pelo principal responsável pelo bloqueio da empresa.

Acompanhando o processo desde o início, na tentativa de trazer informações confiáveis acerca do andamento do processo bem como dos bastidores e relações de interesses que permeiam a ação, a redação do acrealerta entrou em contato com um dos principais advogados da empresa, Dr. Roberto Duarte, do renomado escritório Roberto Duarte Advogados & Associados S/S, para comentar sobre algumas questões polêmicas que envolvem o caso.

Roberto Duarte é o representante legal da Empresa TelexFREE no Acre e teve autorização pessoal do Diretor Carlos Costa para conceder essa entrevista, com exclusividade ao acrealerta.


Leia a íntegra da bombástica entrevista AQUI.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

SITES SENSACIONALISTAS A PARTIR DE NOTÍCIAS REQUENTADAS, DISTORCEM INFORMAÇÕES E ANUNCIAM FIM DA TELEXFREE


A guerra enfrentada pela empresa TELEXFREE e seus milhares de Divulgadores em todo Brasil a cada dia revela novos interesses e atores.

Bloqueio sem provas, a partir de meros indícios de crime contra economia popular, tramas envolvendo representantes do setor comercial e políticos do Acre para fechar a empresa, alegando que seu crescimento exponencial estaria prejudicando o comércio local, além da suposta ação de empresas concorrentes e bancos, agora perdem espaço para setores de uma mídia mercenária que possuem apenas dois interesses: “sangrar” ainda mais a empresa e seus dirigentes e aumentar o número de acessos em seus jornais online.

A dedicação de certos segmentos em aniquilar uma das empresas que mais cresceu no Brasil, no último ano, é algo surpreendente e assustador.

Esta semana, a justiça acreana divulgou um edital motivando o ingresso de ações contra a empresa TELEXFREE, por parte dos Divulgadores, causando revolta entre os associados da Empresa. O edital tenta caracterizar que a relação dos Divulgadores com a empresa seria de consumo. De pronto, os Divulgadores reagiram divulgando uma declaração formal de que não seriam consumidores, mas sim, Divulgadores devidamente contratados pela empresa.

De forma mais viral e prejudicial, as negativas da justiça no tocante aos diversos recursos interpostos pelos advogados da empresa, como meras estratégias de acelerar o processo, até que se julgue o mérito da ação, são tratadas por setores da mídia como derrotas definitivas da TELEXFREE, causando dúvidas e ainda mais angústia aos Divulgadores.


Resta saber até quando a justiça vai prorrogar o julgamento de um caso de tamanha repercussão social, que afeta diretamente a dignidade e a sobrevivência de quase dois milhões de brasileiros.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

TELEXFREE: STJ NEGA MAIS UM RECURSO DA EMPRESA SEM JULGAMENTO DE MÉRITO

Ministra Maria Isabel Gallotti 

A Ministra Maria Isabel Gallotti da quarta turma do Superior Tribunal de Justiça acaba de indeferir mais um recurso interposto pelos advogados da TelexFREE.

A Decisão da ministra relatora, indeferindo a petição inicial e julgando extinto o processo sem exame de mérito, nos termos do art. 34, xviii, do regimento interno ainda está aguardando publicação, prevista para ocorrer amanhã (29).


MAIS INFORMAÇÕES A QUALQUER MOMENTO.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

TELEXFREE: “ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DE TUDO ISSO. VAMOS PROVAR TUDO. VOCÊS VÃO SE SURPREENDER”, AFIRMA DIRETOR CARLOS COSTA


A TelexFREE realizou neste final de semana uma conferência online em que o grande destaque foi a participação do diretor de marketing, Carlos Costa. O executivo foi tratado como uma verdadeira celebridade pelos líderes regionais da empresa, mas pouco tocou em pontos polêmicos.

A participação de Costa limitou-se a cerca de 20 minutos, em uma transmissão que durou uma hora e meia. Em sua intervenção, o diretor evocou várias vezes Deus, comparou a situação da TelexFREE às provações que os fiéis precisam enfrentar e enfatizou sua confiança no retorno das operações.

“Estamos chegando ao final de tudo isso”, afirmou. Segundo Costa, na próxima semana, os advogados da TelexFREE apresentarão um novo laudo, detalhando as operações da empresa para reafirmar sua posição de que não se trata de uma pirâmide financeira, como acusa o Ministério Público do Acre, e sim de uma prestadora de serviços de voz sobre IP (VoIP).

Costa não forneceu, porém, mais detalhes sobre o que o relatório trará. “Vamos provar tudo. Vocês vão se surpreender”, limitou-se a afirmar aos participantes da conferência online.

Ele afirmou, ainda, que mantém contatos com políticos de Brasília e do Acre, dispostos a ajudá-lo a defender a empresa.

SEM POLÊMICAS

Segundo Costa, os divulgadores da empresa não terão motivos para se sentir embaraçados com as pessoas que convidaram para a rede da TelexFREE e que, agora, enfrentam problemas com a interrupção das operações. “Em nome de Jesus, não é para você passar vergonha”, disse à audiência.

Costa evitou, porém, assuntos polêmicos, como as ações de divulgadores que tentam receber o que a empresa lhes deve, a acusação do Ministério Público do Acre de que a empresa seria uma pirâmide financeira, a relação da Ympactus, a empresa que representa a TelexFREE no Brasil, com a sua correlata nos Estados Unidos, ou de onde viriam os 660 milhões de reais que a companhia chegou a oferecer como garantia para voltar a operar.

As informações são do Exame.com, por Márcio Juliboni.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

CASO TELEXFREE PASSA A CORRER EM SEGREDO DE JUSTIÇA


Um despacho divulgado nesta quarta-feira pelo desembargador Samoel Evangelista, do Tribunal de Justiça do Acre, determinou que o caso TelexFree tramite em segredo de Justiça. Segundo o desembargador, o documento atende ao pedido feito pelo Ministério Público e pela empresa Ympactus Comercial Ltda, razão social da TelexFree. O MP alegou que os autos continham informações acobertadas por sigilo bancário e fiscal - o que prejudicava as investigações. Com o sigilo, somente as partes envolvidas terão acesso ao processo.

Além da TelelexFree e da BBom, as mais conhecidas, outras 31 empresas estão sendo investigadas pelo Ministério Público pela criação de pirâmide financeira, que configura crime contra a economia popular. A ação faz parte de uma força-tarefa de promotores e procuradores do Ministério Público de diversos estados brasileiros para desmembrar esse tipo de atividade ilegal, entre eles Goiás, Espírito Santo, Acre, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco.

A BBom e a TelexFree já tiveram seus bens congelados durante a investigação. No caso da primeira, a inserção de novos integrantes na rede era feita sob a alegação de que eles seriam parceiros em um comércio de rastreadores, que, segundo a investigação, era um negócio de fachada e nem mesmo os rastreadores eram homologados junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No caso da segunda, era comercializado um sistema de telefonia via internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol).


Na última semana, um advogado conseguiu na Justiça o direito de reaver o dinheiro aplicado na TelexFree. Samir Badra Dib deverá receber 101 000 reais quando os bens da empresa forem desbloqueados. Apesar da vitória no Tribunal, a atitude do advogado é desaconselhada pelo MP. A promotora Alessandra Garcia Marques divulgou nota na segunda-feira pedindo que os investidores atingidos pelo bloqueio de bens da TelexFree não entrem com ações individuais contra a empresa. A justificativa é de que o próprio MP do Acre já ajuizou uma ação civil pública com o propósito de ressarcir os mais de mil "investidores" envolvidos.

sábado, 27 de julho de 2013

TELEXFREE: CARLOS COSTA ANUNCIA MUDANÇA NO PORTE DA EMPRESA PARA S/A


Mais um informativo TelexFREE foi divulgado pelo Diretor da empresa, Carlos Costa. Desta vez, o informativo nº 11 trouxe algumas novidades importantes acerca dos passos que a empresa tem dado no sentido de garantir sua sustentabilidade econômica e alinhamento com as normais legais brasileiras, visando à retomada dos trabalhos.

Dentre as principais novidades, Costa anunciou a transformação da empresa, que era uma limitada (Ltda.), em uma sociedade anônima (S/A).

Essa alteração jurídica, segundo o Diretor da empresa, possibilita o aumento do grau de responsabilidade da empresa, que passa a contar com conselho fiscal eleito, além de que a empresa também passará a ser tributada através do regime de lucro real, seguindo todas as regras do direito comercial brasileiro.

Carlos Costa anunciou ainda outra notícia que deve surtir impacto positivo no crescimento da empresa. “Vamos começar a instalar nossas filiais, isso mesmo, teremos filiais em todo brasil. Estes avanços devem viabilizar uma nova realidade operacional. Aguardem novidades”, declarou.

Mesmo com o bloqueio temporário, o diretor afirmou ainda que a TelexFREE continua trabalhando conforme seu planejamento, e comentou sobre algumas decisões jurídicas que já começam a ser favoráveis a empresa.

“Alguns juízes pelo Brasil afora, já estão reconhecendo que a relação Divulgador - TelexFREE não é uma relação de consumo, mas sim, comercial. As pessoas adquirem nossos kits para revender e ganhar dinheiro e não para usar todas as contas VoIP disponíveis conforme cada pacote”, declarou.

Costa também fez questão de parabenizar seu corpo jurídico que tem trabalhado incansavelmente na busca de uma vitória que possa novamente liberar a empresa e seus Divulgadores a retomarem seus trabalhos.

“Saibam agora que vocês Divulgadores estão trabalhando em uma Sociedade Anônima e não mais em uma Microempresa. Estamos nos preparando para o futuro. Saibam que nós da TelexFREE confiamos na justiça brasileira. Essa vitória tem nome, é de Deus, é nossa, de todos nós juntos”, concluiu.

ASSISTA O VÍDEO: http://www.youtube.com/watch?v=cT209zT1U-Q

sexta-feira, 26 de julho de 2013

TELEXFREE: MPAC DEVOLVE AGRAVO DE INSTRUMENTO E EMBARGOS E TJAC JÁ PODE JULGAR O MÉRITO


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) devolveu ao Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), nessa sexta-feira (26), um dia antes da expiração do prazo legal, o agravo de instrumento e os embargos declaratórios interpostos pela empresa Telexfree.

A restituição dos recursos ocorreu antes da ultimação do prazo (10 dias), haja vista que os recursos foram recebidos pela Coordenadora de Defesa do Consumidor do MPAC, para emissão de parecer, no último dia 17 de julho. Assim, a data final para a devolução seria neste sábado (27) que, de acordo com as regras processuais, seria prorrogada para o primeiro dia útil subsequente, ou seja, segunda-feira (29).

Com a devolução, a 2ª Câmara Cível do TJAC já pode decidir acerca do mérito da questão.


Com informações da Ascom MPAC.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

DESEMBARGADOR DECLARA INCOMPETÊNCIA DO PLENO DO TJAC PARA JULGAR NOVO RECURSO DA TELEXFREE


A nova Medida Cautelar Inominada ajuizada ontem (24) pelos Advogados da TelexFREE, Dr. Danny Fabricio e Roberto Duarte Júnior, foi novamente indeferida pelo Relator Desembargador Adair Longuini, mas desta vez, de forma surpreendente.

Na decisão de hoje, o Desembargador declarou a incompetência do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Acre e declinou a competência para julgamento do mesmo pela Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.

“A despeito do entendimento deste Relator já firmado na Cautelar de nº 0002028-83.2013.8.01.0000, decidida no dia 19 deste mês, verifico que a Requerente, desta vez, afirma tratar-se de cautelar incidental para conceder efeito suspensivo ao recurso de Agravo de Instrumento nº 0001475-36.2013.8.01.0000, em trâmite na 2ª Câmara Cível desta Corte, sob a relatoria do Des. Samoel Evangelista.

Leia trechos da decisão:

Assim, inexistindo outros recursos neste Tribunal, além do aludido Agravo de Instrumento e dos Embargos de Declaração, todos em trâmite em órgão fracionado desta Corte, falece ao Pleno do Tribunal de Justiça competência para processar e julgar a presente ação cautelar incidental.

De consequência, declarando, de ofício, a incompetência do Pleno deste Tribunal, nos termos do art. 113, do CPC, declino o julgamento da presente cautelar incidental à 2ª Câmara Cível, devendo o feito ser distribuído ao Relator do Agravo de Instrumento nº 0001475-36.2013.8.01.0000, a teor do art. 84, inc. IV, do RITJ/AC.”.

A surpreendente decisão levanta algumas dúvidas, questionamentos jurídicos e causa ainda mais confusão entre os Divulgadores, uma vez que o próprio Desembargador Longuini, enquanto membro do Pleno, já havia julgado a primeira Medida Cautelar Inominada (leia).


“Ora, porque o desembargador Adair Longuini julgou a medida cautelar e o agravo regimental anteriormente interpostos, se ele agora declinou da competência da nova medida cautelar para a segunda câmara cível do tribunal de justiça do estado do acre”, questionou um dos Divulgadores que também é funcionário do judiciário acreano e pediu para ter seu nome protegido.

TELEXFREE: ADVOGADOS INGRESSAM COM NOVO RECURSO VISANDO SUSPENDER LIMINAR QUE PARALISOU A EMPRESA


Os advogados da TelexFREE, representados pelos Drs. Danny Fabrício e Roberto Duarte Júnior,  ingressaram ontem (24), com uma nova Medida Cautelar Inominada reforçando os argumentos da defesa apresentados anteriormente visando um efeito suspensivo ao recurso do Agravo de Instrumento, interrompendo os efeitos da liminar que bloqueou os bens da empresa e paralisou suas atividades econômicas.

O novo recurso foi novamente distribuído para o Desembargador Adair Longuini, que deveria se declarar impedido, uma vez que sua esposa, a Desembargadora Regina Longuini, já julgou primeiramente o Pedido de Reconsideração e o Agravo Regimental interposto na Segunda Câmara Cível e será uma das magistradas que julgará também o mérito do Agravo de Instrumento no âmbito daquela 2ª Câmara Cível.

O julgamento da Medida Cautelar pode ser apreciado a qualquer momento. Outro recurso interposto esta semana, o Agravo Regimental, deve ser julgado na próxima segunda-feira (29). Já o julgamento do Agravo de Instrumento tem previsão para ser julgado somente no dia 05 de agosto de 2013, conforme noticiado com exclusividade pelo Acrealerta.com (leia).

Recurso similar já foi negado anteriormente em tempo recorde pelo TJAC

A primeira Medida Cautelar Inominada solicitando efeito suspensivo ao recurso de Agravo de Instrumento que paralisou as atividades da empresa TelexFREE, interposta no último dia 19, não surtiu efeito. O recurso foi indeferido sem que o mérito sequer tenha sido avaliado.

A negativa foi dada pelo Desembargador Adair Longuini que, por decisão monocrática, declarou extinto o processo "por ausência das condições da ação", ficou a duvida sobre o impedimento ou não do referido relator.

Na decisão, o Desembargador Adair Longuini indeferiu sumariamente o recurso, sem análise do mérito, embora reconhecendo que a concessão de efeito suspensivo a agravo de instrumento dependa da demonstração de grave lesão e de difícil reparação (periculum in mora), sendo relevante a fundamentação (fumus boni juris).

“O requerimento de concessão de efeito suspensivo ao agravo de instrumento ostenta, a bem da verdade, o cariz de medida cautelar inserida no âmbito do próprio recurso. Logo, não se afigura cabível a presente ação cautelar para o fim de obter efeito suspensivo ao agravo de instrumento nº 0001475-36.2013.8.01.0000, suspendendo-se a decisão proferida pelo Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, até o julgamento do mérito do agravo de instrumento”, justificou Longuini.

Longuini justificou ainda que "o objeto da presente cautelar é idêntico ao pedido de efeito suspensivo já pleiteado no referido agravo de instrumento, ou seja, a Requerente busca a cessação do bloqueio de bens e valores, tornando-os disponíveis. Os argumentos apresentados, aparentemente, não divergem daqueles, inexistindo motivos outros e justificativas que deem ensejo ao excepcional manejo da cautelar".

"Isso leva a crer que, para justiça acreana, a paralisação das atividades econômicas da empresa e de centenas de milhares de divulgadores em todo Brasil não causou grave lesão e pode facilmente ser reparada", comentou um divulgador acreano que pediu para ter seu nome preservado.

A ação contra a TelexFREE foi iniciada pelo Governo do Estado do Acre, através do Procon-AC, órgão criado através da Lei Estadual nº. 1.341, diretamente ligado a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, ou seja, sob o comando e responsabilidade administrativa do governador Tião Viana (PT), conforme pode ser comprovado clicando AQUI. O Procon-AC é gerenciado pela esposa do vice-governador do Acre, César Messias.


A negativa da primeira Medida Cautelar Inominada protocolada no TJAC no dia 19, foi publicada poucas horas depois, demonstrando uma celeridade digna de premiação pelo Conselho Nacional de Justiça. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

EXÉRCITO DECIDE DAR PROTEÇÃO A JOAQUIM BARBOSA E CRIA ZONA DE CONFLITO COM DILMA ROUSSEFF


TEMPERATURA ALTA – Azedou a relação entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Exército brasileiro. Sem que a presidente Dilma Rousseff fosse consultada, o Exército destacou os melhores e mais preparados oficiais da inteligência para dar proteção diuturna ao ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão do PT (Ação Penal 470).

Ao criar o esquema que dá garantia de vida a Joaquim
Barbosa, que tem ojeriza a esse tipo de situação, o Exército, que se valeu de militares cedidos à Agência Brasileira de Inteligência, acabou passando por cima da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da cúpula da Polícia Federal, que por questões óbvias não foram consultados, mas a quem, por dever de ofício, caberia a decisão.

Outros dois ministros do Supremo, Ricardo Lewandowski e José Antônio Dias Toffolli, reconhecidamente ligados ao Partido dos Trabalhadores e a alguns dos seus mais altos dirigentes, também contam com escolta, mas da Polícia Federal. O esquema criado para o ministro-relator não se limite à proteção física, mas inclui também monitoramento constante de ambientes e do sistema telefônico utilizado pelo magistrado.

A proteção ao ministro Joaquim Barbosa foi uma decisão tomada pelo alto comando do Exército e pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Esse episódio, que tem como palco a necessária proteção a Joaquim Barbosa, deve aumentar a tensão entre Dilma e os militares, que ganhou reforço extra com a criação da Comissão da Verdade, que investigará apenas os crimes cometidos por agentes do Estado durante a ditadura, deixando de fora os protagonizados pelos terroristas que chegaram ao poder no vácuo de um discurso fácil, repetitivo e mentiroso.

(***) FONTE: Dia a Dia PB

quarta-feira, 5 de junho de 2013

AMANHÃ (06/06) O TJRN LANÇARÁ MUTIRÃO CONTRA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA


Com a presença de juízes, representantes do Ministério Público e advogados, será lançado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), desembargador Aderson Silvino, nesta quinta-feira (6) às 9h30, o Mutirão Contra a Improbidade, que irá agilizar o julgamento de ações que envolvam a prática do crime de improbidade administrativa no Estado. O lançamento vai ocorrer no Tribunal do Júri II, localizado no Fórum Miguel Seabra Fagundes, rua Dr. Lauro Pinto, 315 – bairro Lagoa Nova.


Durante o lançamento, o juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça, Fábio Filgueira, fará uma exposição sobre como o mutirão irá funcionar, sua duração, estrutura humana e material disponível e sobre o grau de complexidade que envolve este tipo de processo. Muitas vezes, casos que tratam de malfeitos praticados na gestão da coisa pública, necessitam para a decisão judicial da realização de trabalho técnicos, como perícias, por exemplo.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

ASSU RECEBERÁ MUTIRÃO DA JUSTIÇA E JÁ CONTA COM MAIS DE 200 AUDIÊNCIAS AGENDADAS



No próximo dia 1º de junho, juntamente com o Justiça na Praça, os Centros Judiciários de Solução de Conflitos de Natal e da Região Oeste realizarão um mutirão DPVAT na comarca de Assu. O evento acontecerá no fórum da cidade a partir das 8 horas. De acordo com a organização do evento, foram agendadas mais de 200 audiências e inseridos processos das Comarcas de Assu, Ipanguaçu e Lajes.
O mutirão contará com a equipe do Centro de Conciliação de Natal, com as juízas da Comarca de Assu, Aline Cordeiro e Suzana Paula de Araújo Corrêa, além dos juízes do Centro Judiciário de Solução de Conflitos da Região Oeste, José Herval Sampaio Junior e Carla Virgínia Portela da Silva. Também participarão do mutirão a desembargadora Maria Zeneide Bezerra, presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, e representantes da Seguradora Líder.
As comarcas com demanda de processos DPVAT podem entrar em contato com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Natal/RN para agendar datas para novos mutirões, através dos telefones: 0800 284 6474 ou pelo ramal 9720.

quinta-feira, 15 de março de 2012

AYRES BRITTO É ELEITO NOVO PRESIDENTE DO STF


Ministro deverá conduzir julgamento histórico
do processo do mensalão do PT

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) elegeram nesta quarta-feira o ministro Carlos Ayres Britto para presidir a corte este ano. A votação é secreta e apenas uma formalidade. Como de costume, os ministros escolheram o representante mais antigo do tribunal e que ainda não havia ocupado a cadeira da Presidência. O placar foi de 10 votos contra 1 - o voto vencido geralmente é o do ministro eleito que, por cortesia, vota em outro colega. Ayres Britto substituirá o ministro Cezar Peluso. O presidente do STF também preside o Conselho Nacional de Justiça (STF).
O ministro Joaquim Barbosa foi eleito vice-presidente do tribunal. A posse dos ministros será no dia 19 de abril. Ayres Britto agradeceu a escolha e disse que pretende “projetar sobre o cotidiano institucional um olhar coletivo”. A vaga da Presidência é revezada a cada dois anos, mas Ayres Britto deve deixar o cargo em novembro, quando se aposentará. A expectativa é que ele conduza o julgamento do mensalão do PT, um dos maiores escândalos de corrupção do país. 
Biografia – Carlos Ayres Britto entrou para o STF em 2003 e se destacou em votações como a que derrubou a Lei de Imprensa, há três anos. Ele também relatou o processo que liberou pesquisas com células-tronco embrionárias e o que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
O ministro presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2010, quando defendeu a validade da Lei da Ficha Limpa.

domingo, 4 de março de 2012

CÓDIGO PENAL: OS RISCOS DE UMA MUDANÇA NECESSÁRIA



Revisão do texto, que deve incluir ortotanásia, aborto e criminalização do preconceito contra homossexuais, pode tornar a legislação ainda mais branda
Gabriel Castro

Perto de completar 72 anos, o Código Penal brasileiro está em fase de revisão. Um grupo de 16 juristas convocados pelo Senado devem concluir em maio a elaboração de uma proposta para o novo texto. A comissão é presidida por Gilson Dipp, ministro do Superior Tribunal de Justiça. Quando o colegiado encerrar seus trabalhos, começa o dos senadores. A mudança na legislação pode passar por temas controversos. E a discussão carrega um risco: o de tornar a legislação ainda mais liberal do que a atual – que já não combate o crime com eficácia.
O texto redigido pelos juristas ainda está em elaboração, mas as linhas gerais estão traçadas. As sugestões podem ser divididas em três eixos principais: modernização da lei, incentivo às penas alternativas e maior rigor no regime de progressão das penas. A primeira parte inclui tipificação de novos crimes. É o caso do terrorismo. Ao mesmo tempo, toca em pontos historicamente controversos, como a liberação da ortotanásia, a criminalização da chamada homofobia e a ampliação dos casos em que o aborto é permitido.
O mais provável é que, a partir de maio, a discussão sobre o Código Penal force o Congresso a debater três temas explosivos de uma só vez. A ortotanásia (interrupção do tratamento médico de um paciente sem chances de recuperação) nunca havia chegado à pauta do Parlamento. A tipificação do crime de homofobia já causa um acirrado debate envolvendo lideranças religiosas, que se dizem tolhidas.
No caso do aborto, a ideia dos juristas é permitir que a interrupção da gravidez seja autorizada, por exemplo, quando o bebê tiver um tipo grave de má-formação. Além disso, a prática pode ser liberada quando houver risco para a saúde da mãe, mesmo que não haja perigo de morte. Hoje, o aborto só é permitido em casos de estupro e risco de vida para a mãe.
O segundo eixo do texto elaborado pelos juristas trata da redução de benefícios. Entre eles, a prisão aberta, que permite a condenados viver livremente fora da cadeia e, na prática, sem qualquer monitoramento. Outra proposta é aumentar o tempo necessário para a obtenção da progressão da pena: de um sexto para um terço em crimes comuns. Em crimes hediondos, o benefício só seria obtido com metade da pena (hoje, bastam dois quintos).
O terceiro eixo é o aumento da aplicação de penas alternativas. A ideia é ir além do pagamento de cestas básicas, que mal funciona como punição. O objetivo é tornar essas medidas mais coerentes com o crime praticado e deixar a pena de encarceramento para os criminosos mais perigosos. "Nós precisamos fazer uma lipoaspiração no Código Penal", diz Pedro Taques (PDT-MT), um dos relatores da proposta no Senado.
Mais rigor - Tornar o código mais objetivo e eficiente é uma missão essencial. Mas, ao priorizar esse aspecto, os parlamentares podem perder uma oportunidade rara: a de aumentar as brandas penas previstas para alguns crimes. Aqui, um assassino pode pegar de 6 a 20 anos de cadeia. Na Argentina, por exemplo, um homicídio rende de 8 a 25 anos. Na Suécia, a pena mínima é de 10 anos. Na Venezuela, de 12. No Canadá, não há pena mínima e o castigo máximo é a prisão perpétua. Nos Estados Unidos, a punição pode chegar à pena de morte.
Fora uma proposta do senador Pedro Taques, que pretende criar uma pena de até 40 anos para condenados por desaparecimento de pessoas (como integrantes de grupos de extermínio que somem com os corpos das vítimas), praticamente não há sugestões de aumento das penas. Os parlamentares também não podem perder a chance de aumentar o rigor sobre a reincidência, para evitar os esdrúxulos episódios em que presos com uma ficha quilométrica continuam soltos e atuando no mundo do crime.
É possível que, no saldo final, a lei saia mais branda do que a atual. Um risco do qual o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) está ciente. Assim como Pedro Taques, o democrata é promotor de Justiça e diz que o Congresso não pode amenizar o peso da legislação. "Acho que seria temerário. A adoção de penas baixas, que é um caminho do direito moderno no Brasil, acaba sendo um atraso em relação ao mundo", diz o democrata. Ele garante: "O Pedro Taques, eu e outros senadores estamos afinados: o que sair da comissão de juristas e for na linha do abrandamento, nós vamos modificar".
Mas há um obstáculo. O governo petista e seus aliados no Congresso são uma poderosa força no sentido oposto: de forma geral, a bancada do PT é contra a redução da maioridade penal, pelo fim da pena a usuários de drogas e a favor do aborto. A Câmara dos Deputados também discute alterações no Código Penal. Escolhido relator do texto, o petista Alessandro Molon (RJ) adota por ora um discurso pragmático: "As questões polêmicas podem impedir que a reforma avance”, acredita. “Vamos optar por uma reforma pé no chão".
A discussão deve ganhar força no fim do primeiro semestre. Mas, com as eleições municipais, o debate pode acabar se estendendo para 2013.
Obsolescência - O texto do Código Penal brasileiro é de 1940, quando o país vivia o governo autoritário de Getúlio Vargas. A legislação não faz qualquer referência a crimes eletrônicos, por exemplo. E, como foi alterado diversas vezes ao longo das décadas, o texto traz incongruências: a pena por falsificação de cosméticos, por exemplo, é maior do que a punição por formação de quadrilha.

JOAQUIM BARBOSA SERÁ O TERCEIRO PRESIDENTE NEGRO DA HISTÓRIA DO STF


Pela terceira vez em mais de 100 anos de existência, o Supremo Tribunal Federal (STF) terá como presidente um negro: o ministro Joaquim Benedito Barbosa Gomes. Destinado a ocupar o mais alto cargo da corte de Justiça Brasileira, ele deverá assumir em novembro de 2012, em razão do rodízio de ministros da casa. Até lá, Ayres Britto que terá posse em 19 de abril permanecerá no lugar de Cezar Peluso.
Não fossem por problemas de saúde, Barbosa teria ocupado o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2010. Devido aos imprevistos, e por sua competência, ele assume o cargo que faz parte da linha sucessória da Presidência da República, depois da Presidência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Histórico – De família pobre, Joaquim Barbosa como é conhecido no cenário político, nasceu no município mineiro de Paracatu, em 1954. Primogênito de oito filhos, viu seus pais se separarem cedo, tornando-se responsável pela família composta por sua mãe e irmãos. Aos 16 anos, foi sozinho para Brasília, onde conseguiu emprego e concluiu o segundo grau, sempre estudando em colégio público.
Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília e, em seguida, mestrado em Direito do Estado. Prestou concurso público para Procurador da República e foi aprovado. Na década de 1990, licenciou-se do cargo e foi estudar na França por quatro anos, onde se mestrou em Direito Público e se doutorou em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas).
É professor licenciado da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde ensinou as disciplinas de Direito Constitucional e Direito Administrativo. Foi visiting scholar (1999-2000) no Human Rights Institute da Columbia University School of Law, New York, e na University of California Los Angeles School of Law (2002-2003).
Barbosa prestou concurso para a carreira diplomática. Foi aprovado em todas as etapas e ficou na entrevista: a única na qual a cor de sua pele era identificada. A partir do episódio, sua consciência racial, que começou a ser desenhada na adolescência, ganhou contornos mais fortes. Atual ministro e provável presidente do STF, foi defensor do sistema de cotas que garante vagas universitárias específicas para estudantes negros.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

STF MANTÉM PODERES DE INVESTIGAÇÃO DO CNJ



Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira 2 manter os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre irregularidades cometidas por magistrados. O julgamento terminou com 6 votos a favor e 5 contra.
No final de dezembro, o ministro Marco Aurélio Mello concedeu uma liminar de ação direta de inconstitucionalidade para impedir o Conselho de investigar juízes antes que os tribunais locais analisassem o caso.
A ação, protocolada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), limitou a atuação do órgão e serviu de base para outra liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski suspendendo as investigações do CNJ em 22 tribunais do País, sob a alegação de quebra de sigilo de mais de 200 mil magistrados.
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No julgamento, os ministros analisaram individualmente os artigos da resolução que regulamenta a atuação do CNJ e definiram também que os juízes negligentes estão sujeitos a  advertência, censura ou pena mais grave, caso seja justificado.
O STF já havia decidido que o CNJ não pode criar novas punições para magistrados por meio de resolução. Essa medida pode ser feita apenas com a alteração na Lei Orgânica da Magistratura (Loman), de 1979. A punição máxima prevista para juízes em caso de irregularidades comprovadas é a aposentadoria compulsória, mas o CNJ editou uma resolução em 2011 criando novas penalidades, como suspensão do cargo com perda de vencimentos e destituição da função.
O Supremo decidiu que o julgamento de um processo administrativo disciplinar contra magistrados deve ser realizado em sessão pública, indo contra a ação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). A entidade havia alegado que o sigilo neste tipo de processo é necessário para manter a confiança da população no Poder Judiciário enquanto as acusações não forem comprovadas.
Segundo Mello, relator do processo, a publicidade vai permitir o controle social. “O respeito ao Poder Judiciário não pode ser obtido por meio de blindagem destinada a proteger do escrutínio público os juízes e o órgão sancionador. Tal medida é incompatível com a liberdade de informação e com a ideia de democracia.”
O presidente do STF, Cezar Peluso, defendeu que a regra deve valer também para os servidores. Discordou, no entanto, da divulgação das penas leves de advertência e censura para magistrados, que, segundo ele, deveriam ser aplicadas reservadamente.
O STF também decidiu que cabe ao órgão competente dos tribunais apurar os fatos em caso de irregularidade. “É o órgão competente de cada tribunal que vai dizer quem vai informar ou arquivar”, disse Peluso.
Os ministros frisaram que o CNJ não pode impor deveres aos tribunais, mas deve controlar para que estes sejam cumpridos. “Compete ao Conselho o controle – de prevenção e de correção – da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e, de forma implícita, o controle do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. Esse é o papel do CNJ”, disse Ayres Britto.
Ficou definido também que o autor da representação e o juiz contra o qual se instaura o procedimento poderão recorrer ao tribunal contra decisões de arquivamento de investigação preliminar de magistrados dentro do prazo de 15 dias.
Com informações Agência Brasil e STF.